sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) - Canção Nova - Santo do Dia...


O DEUS NÓS VOS PEDIMOS PELA INTERCESSÃO DA SERVA DE DEUS SANTA TEREZA BENEDITA DA CRUZ QUE PELO SEU EXEPLO DE FÉ E DE VIDA A DEUS SEJAMOS TAMBÉM APAIXONADOS POR JESUS CRISTO.

EVANGELHO DO DIA

     Quem é forte e bastante para tomar a cruz de Jesus cristo do qual ele pode carregar com suas dores ele carregou a nossa dor e nossos crimes quem difato é cristão deixa cristo mover a sua vida e curar a sua enfermidade.Missa do18ª Semana Comum – Sexta-feira 09/08/13

Primeira Leitura (Dt 4,32-40)

Leitura do Livro do Deute­ronômio.

Moisés falou ao povo dizendo: 32Interroga os tempos antigos que te precederam, desde o dia em que Deus criou o homem sobre a terra e investiga de um extremo a outro dos céus, se houve jamais um acontecimento tão grande, ou se ouviu algo semelhante.
33Existe, porventura, algum povo que tenha ouvido a voz de Deus falando-lhe do meio do fogo, como tu ouviste, e tenha permanecido vivo? 34Ou terá vindo algum Deus escolher para si um povo entre as nações, por meio de provações, de sinais e prodígios, por meio de combates, com mão forte e braço estendido, e por meio de grandes terrores, como tudo o que por ti o Senhor vosso Deus fez no Egito, diante de teus próprios olhos?
35A ti foi dado ver tudo isso, para que reconheças que o Senhor é na verdade Deus e que não há outro Deus fora ele. 36Do céu ele te fez ouvir sua voz para te instruir, e sobre a terra te fez ver o seu grande fogo; e do meio do fogo ouviste suas palavras, 37porque amou teus pais e, depois deles, escolheu seus descendentes.
Ele te fez sair do Egito por seu grande poder, 38para expulsar, de diante de ti, nações maiores e mais fortes do que tu, e para te introduzir na terra deles e dá-la a ti como herança, como tu estás vendo hoje.
39Reconhece, pois, hoje, e grava-o em teu coração, que o Senhor é o Deus lá em cima do céu e cá embaixo na terra, e que não há outro além dele. 40Guarda suas leis e seus man­damentos que hoje te prescrevo, para que sejas feliz, tu e teus filhos depois de ti, e vivas longos dias sobre a terra que o Senhor teu Deus te vai dar para sempre.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
Responsório (Sl 76)

— Penso em vossas maravilhas, ó Senhor!
— Penso em vossas maravilhas, ó Senhor!

— Recordando os grandes feitos do passado, vossos prodígios eu relembro, ó Senhor; eu medito sobre as vossas maravilhas e sobre as obras grandiosas que fizestes.
— São santos, ó Senhor, vossos caminhos! Haverá Deus que se compare ao nosso Deus? Sois o Deus que operastes maravilhas, vosso poder manifestastes entre os povos.
— Com vosso braço redimistes vosso povo, os filhos de Jacó e de José. Como um rebanho conduzistes vosso povo e o guiastes por Moisés e Aarão

Evangelho (Mt 16,24-28)
 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 24Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga. 25Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai en­­co­n­trá-la.
26De fato, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? Que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta. 28Em verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de verem o Filho do Homem vindo com seu Reino”.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

RENUNCIAR A SI MESMO
O seguimento de Jesus exige do discípulo renunciar a si mesmo e ser capaz de defrontar-se com a cruz, resultante desta sua opção.
A renúncia de si mesmo predispõe o discípulo a acolher a proposta de Jesus, sem subordiná-la aos seus projetos pessoais, e sem privá-la daqueles elementos que não convém. O discípulo abraça a proposta de Jesus, assim como ela é, sem adaptações. Para isto, precisa superar seu comodismo e tudo quanto o impede de ser generoso.
Tomar a cruz significa assumir sua opção pelo Reino até as últimas conseqüências, mesmo as mais dolorosas. A cruz do discipulado não se identifica com um sofrimento ou com uma morte quaisquer. Muito menos essa cruz é buscada por si mesma, numa atitude velada de masoquismo. A cruz aparece na vida do discípulo quando, permanecendo fiel ao Reino, ele não pactua com as solicitações do mal, a ponto de atrair sobre si a ira de seus adversários. Ela resulta da fidelidade a Deus.
O discípulo reconhece estar em jogo, aqui, a sua própria salvação. O alerta de Jesus é inequívoco: quem pretende desviar-se da cruz, pensando, assim, poder salvar-se, coloca-se no caminho da condenação; quem, pelo contrário, enfrenta a cruz por causa de Jesus, encontrará a salvação. Por conseguinte, a sabedoria do discipulado passa pela cruz.Quem quiser seguir jesus cristo tome  sua cruz cada dia e siga-o não é a cruz material mas a cruz espiritual do cristão que são as tentações ,doenças ,preocupações ,todo tipo que leva o homem a pecar é a nossa cruz.

Oração
Espírito de fidelidade ao Reino, torna-me capaz de viver a sabedoria da cruz, sem deixar-me seduzir pelos apelos egoístas do meu coração.Senhor ajuda-nos a carregar a nossa cruz pois está tão pezada que mal coansigo carrega-lá só tu senhor podes me ajudar nesta hora seja o meu cirrineu tome conta de mim o pai santo .Amém

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein)


A santa de hoje também é conhecida pelo nome de Santa Edith Stein. Juntamente com Santa Brígida e Santa Catarina de Sena é uma das “Patronas da Europa”. Beatificada a 1 de Maio de 1987, acabou sendo canonizada 11 anos depois, a 11 de Outubro de 1998, pelo Papa João Paulo II.
Última de 11 irmãos, nasceu em Breslau (Alemanha), a 12 de Outubro de 1891, no dia em que a família festejava o “Dia da Expiação”, a grande festa judaica. Por esta razão, a mãe teve sempre uma predileção por esta filha.
O pai, comerciante de madeiras, morreu quando Edith ainda não tinha completado os 2 anos. A mãe, mulher muito religiosa, solícita e voluntariosa, teve que assumir todo o cuidado da família, mas não conseguiu manter nos filhos uma fé viva. Stein perdeu a fé: “Com plena consciência e por livre eleição”, ela afirma mais tarde.
Edith dedica-se então a uma vida de estudos na Universidade de Breslau tendo como meta a Filosofia.
Os anos de estudos passam até que, no ano de 1921, Edith visita um casal convertido ao Evangelho. Na biblioteca deste casal ela encontra a autobiografia de Santa Teresa de Ávila. Edith lê o livro durante toda a noite. “Quando fechei o livro, disse para mim própria: é esta a verdade”, declarou ela mais tarde.
Em Janeiro de 1922, Stein é batizada e no dia 02 de Fevereiro desse mesmo ano é crismada pelo Bispo de Espira. Em 1932 é-lhe atribuída uma cátedra numa instituição católica, onde desenvolve a sua própria antropologia, encontrando a maneira de unir ciência e fé. Em 1933 a noite fecha-se sobre a Alemanha. Edith Stein tem que deixar a docência e ela própria declarou nesta altura: “Tinha-me tornado uma estrangeira no mundo”. E no dia 14 de Outubro desse mesmo ano, entra para o Mosteiro das Carmelitas de Colônia, passando a chamar-se Teresa Benedita da Cruz. Após cinco anos, faz a sua profissão perpétua.
Da Alemanha, Edith é transferida para a Holanda juntamente com sua irmã Rosa, que também é batizada na Igreja Católica e prestava serviço no convento. Neste período do regime nazista, os Bispos católicos dos Países Baixos fazem um comunicado contra as deportações dos judeus. Em represália a este comunicado, a Gestapo invade o convento na Holanda e prendem Edith e sua irmã. Ambas são levadas para o campo de concentração de Westerbork.
No dia 07 de Agosto, ela parte para Auschwitz, ao lado de sua irmã e um grupo de 985 judeus. Por fim, no dia 09 de Agosto, a Irmã Teresa Benedita da Cruz, juntamente com a sua irmã Rosa, morre nas câmaras de gás e depois tem seu corpo queimado.
Assim, através do martírio, Santa Teresa Benedita da Cruz, recebe a coroa da glória eterna no Céu..
Santa Teresa Benedita da Cruz, rogai por nós!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Evangelho do dia o santo do dia -São Domingos

Missa de de São Domingos – Quinta-feira 08/08/13


     Quem quiser vencer a batalha contra o mal reze o santo Rosário porque o santo rosario nos leva a vencer todo o  mal .

Primeira Leitura (Nm 20,1-13)

Leitura do Livro dos Números.

Naqueles dias, 1toda a comunidade dos filhos de Israel chegou ao deserto de Sin, no primeiro mês, e o povo permaneceu em Cades. Ali morreu Maria e ali mesmo foi sepultada.
2Como não havia água para o povo, este juntou-se contra Moisés e Aarão, 3e, levantando-se em motim, disseram: “Antes tivéssemos morrido, quando morreram nossos irmãos diante do Senhor! 4Para que trouxestes a comunidade do Senhor a este deserto, a fim de que morrêssemos, nós e nossos animais? 5Por que nos fizestes sair do Egito e nos trouxestes a este lugar detestável, em que não se pode semear, e que não produz figueiras, nem vinhas nem romãzeiras, e, além disso, não tem água para beber?”
6Deixando a comunidade, Moisés e Aarão foram até a entrada da Tenda da Reunião, e prostraram-se com a face em terra. E a glória do Senhor apareceu sobre eles.
7O Senhor falou, então, a Moisés, dizendo: 8“Toma a tua vara e reúne o povo, tu e teu irmão Aarão; na presença deles ordenai à pedra e ela dará água. Quando fizeres sair água da pedra, dá de beber à comunidade e aos seus animais”.
9Moisés tomou, então, a vara que estava diante do Senhor, como lhe fora ordenado. 10Depois, Moisés e Aarão reuniram a assembleia diante do rochedo, e Moisés lhes disse: “Ouvi, rebeldes! Poderemos, acaso, fazer sair água desta pedra para vós?”
11E, levantando a mão, Moisés feriu duas vezes a rocha com a vara, e jorrou água em abundância, de modo que o povo e os animais puderam beber.
12Então o Senhor disse a Moisés e a Aarão: “Visto que não acreditastes em mim, para manifestar a minha santidade aos olhos dos filhos de Israel, não introduzireis este povo na terra que lhe vou dar”.
13Estas são as águas de Meriba, onde os filhos de Israel disputaram contra o Senhor, e ele lhes manifestou a sua santidade.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
Responsório (Sl 94)

— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba.
— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba.

— Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! Ao seu encontro caminhemos com louvores, e com cantos de alegria o celebremos!
— Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão.
— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: “Não fecheis os corações como em Meriba, como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, apesar de terem visto as minhas obras”.
 
Evangelho (Mt 16,13-23)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu.
18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. 20Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias. 21Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.
22Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” 23Jesus, porém, voltou-se para Pedro, e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
 
Reflexão do dia
 
O Evangelho de hoje pode sugerir duas perguntas para a nossa vida pessoal.A primeira é: em que fundamentamos o nosso conhecimento no que diz respeito à nossa fé? A segunda pergunta é: quais são as conseqüências da nossa fé para a nossa vida? Quanto à primeira pergunta, podemos fundamentar o nosso conhecimento sobre as coisas da fé a partir da Palavra e do Magistério da Igreja, que nos garantem a verdade, mas podemos fundamentar este conhecimento na opinião de muita gente que fala muita coisa a respeito de Deus sem entender nada de nada ou até mesmo termos uma fé sem fundamento nenhum. Quanto à segunda pergunta, podemos fazer da nossa fé o motor da nossa vida ou podemos ter apenas uma fé discursiva ou indiferente, que não representa nada para a nossa vida concreta.  Jesus entrega a igreja a Pedro e diz a ele :   Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus .   
             
E Jesus disse: ‘Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la’” (Mt 16,18).
Ouvindo o Evangelho de Mateus, que confirma a autoridade do apóstolo Pedro sobre a Igreja do Senhor, aquele a quem foi dado a chave do Reino dos Céus, aquele a quem foi dado a graça de cuidar da Igreja de Deus, nós queremos lembrar, com todo amor e carinho, a recente visita de Pedro até nós, o Papa Francisco.
Antes dele, tivemos 266 outros Pedros, cada um deles com seu carisma, com seu jeito próprio de ser. Cada Papa é único, mas a autoridade é a mesma, pois são para nós a presença suave de Cristo, os Vigários de Jesus.
Hoje, nós queremos louvar e bendizer a Deus pela autoridade com a qual Ele constituiu a Sua Igreja, pois esta é una, está constituída na fé do próprio Cristo, que é o alicerce da Igreja.
O Senhor, indo para o Céu, precisava de alguém que cuidasse desse bem mais precioso que Ele nos deixou: a Igreja. Essa missão coube ao apóstolo Pedro, junto com outros apóstolos, na autoridade de Jesus. Na profissão de fé do apóstolo Pedro, está constituída a nossa Igreja. Cada vez que vemos o Papa, nós vemos Pedro, a Igreja de Cristo

São Domingos de Gusmão








Neste dia lembramos aquele que, ao lado de São Francisco de Assis, marcou o século XIII com sua santidade vivida na mendicância e no total abandono em Deus e desapego material.
São Domingos nasceu em Caleruega, na Castela Velha em 1170, Espanha, e pertencia à alta linhagem dos Gusmão. O pai, Félix de Gusmão, queria entusiamá-lo pelas armas; o menino preferia porém andar com a mãe, Joana de Aza, grande esmoler, e com clérigos e monges.
Interessante é que antes de Domingos nascer sua mãe sonhou com um cão, que trazia na boca uma tocha acesa de que irradiava grande luz sobre o mundo. Mais do que sonho foi uma profecia, pois Domingos de Gusmão, de estatura mediana, corpo esguio, rosto bonito e levemente corado, cabelos e barba levemente vermelhos, belos olhos luminosos, não fez outra coisa senão iluminar todo o seu tempo e a Igreja com a Luz do Evangelho, isso depois de se desapegar a tal ponto de si e das coisas, que chegou a vender todos os seus ricos livros, a fim de comprar comida aos famintos.
Homem de oração, penitência e amor à Palavra de Deus, São Domingos acolheu o chamado ao sacerdócio e ao ser ordenado (no ano de 1203 em Osma, onde foi nomeado cônego). No ano de 1204, Domingos seguiu para Roma a fim de obter do Papa licença para evangelizar os bárbaros na Germânia. No entanto, o Papa Inocêncio III orientou-o para a conversão dos Albigenses que infestavam todo o Sul da França com suas heresias. Desta forma, Domingos fez do sul da França, o seu principal campo de ação. Quando os hereges depararam com a verdadeira pobreza evangélica de São Domingos de Gusmão, muitos aderiram à Verdade, pois nesta altura já nascia, no ano de 1215 em Tolosa, a primeira casa dos Irmãos Pregadores, também conhecidos como Dominicanos (cães do Senhor) que na mendicância, amor e propagação do Rosário da Virgem Maria, rígida formação teológica e apologética, levavam em comunidade a Véritas, ou seja, a verdade libertadora. São Domingos de Gusmão entrou no Céu com 51 anos e foi canonizado pelo Papa Gregório IX, em 1234.
São Domingos de Gusmão, rogai por nós!
Fundador dos Frades Pregadores, nasceu em 1170, em Calaruega, Castela, e morreu a 6 de agosto 1221, em Bolonha, Itália. Descendentes da nobreza castelhana, os seus pais eram Felix Gusmão e Joana de Aza, esta última beatificada por Leão XII, em 1828. Os três filhos do casal distinguiram-se por uma extraordinária santidade. António foi padre secular e, depois de distribuir os seus bens pelos pobres, retirou-se para um hospital onde se dedicou a tratar os doentes. Seguindo os passos de São Domingos, o outro irmão Manés foi frade pregador e beatificado por Gregório XVI. São Domingos entrou na Universidade de Palência, onde, durante dez anos, prosseguiu os seus estudos com tanta força de vontade e sucesso que suscitou a admiração de todos. Contrastando com a habitual vida universitária, São Domingos destacava-se por uma austeridade na sua maneira de viver e por uma consciência invulgar das desgraças alheias, tendo chegado a vender os seus livros de estudo, anotados pelo seu punho, para ajudar os famintos de Palência. O seu biógrafo e contemporâneo, Bartolomeu de Trent, narra que São Domingos se quis vender como escravo para obter dinheiro para libertar aqueles que tinham sido capturados pelos mouros. Não existem dados sobre a sua data de ordenação e, no seu processo de canonização, Estevão, Prior Provincial da Lombardia, atesta que São Domingos era ainda aluno em Palência quando o Bispo de Osma o chamou a participar na reforma do capítulo da Catedral. Com a nomeação de D. Diego d'Azevedo para o Bispado de Osma, em 1201, São Domingos foi promovido a prior do capítulo e, como cónego de Osma, passou nove anos da sua vida retirado em contemplação, pouco saindo da Casa do Capítulo. Quando o rei Afonso IX de Castela encarregou o bispo de Osma de pedir a mão da filha de um rei dinamarquês para o seu filho Fernando, São Domingos foi escolhido para o acompanhar na missão. Durante a viagem e testemunhando os resultados da doutrina herética albigense na região de Tolosa, São Domingos teve a ideia de fundar uma ordem para combater a heresia e espalhar o Evangelho pelos lugares mais recônditos do mundo conhecido de então. D. Diego e São Domingos foram encarregues de acompanhar a princesa nubente a Castela, mas a morte da jovem libertou-os da tarefa. Resolvendo ir para Roma, onde chegaram nos finais de 1204, D. Diego pediu a sua demissão para partir para terras distantes, em conversão dos infiéis. Recusada a sua pretensão, foram ambos enviados para o Languedoque para ajudarem os Cistercienses a combater os Albigenses. Os hábitos indulgentes dos monges de Cister contrastavam com os hábitos ascéticos dos Albigenses, o que dava a estes últimos uma grande vantagem na conversão do povo. São Domingos e D. Diego aconselharam-lhes uma forma de vida mais austera fazendo-os ter mais sucesso na sua missão apostólica. Aproveitando todos os confrontos de discussão teológica com os heréticos, estes últimos não conseguiram levar a melhor nos seus argumentos e, impedidos de prejudicar a pregação de São Domingos, passaram a insultá-lo e a ameaçá-lo de violência física. Consciente da necessidade de criar uma instituição que protegesse as mulheres da influência dos heréticos, dado que muitas delas já tinham sido convertidas ao Albigensianismo e eram as suas mais fiéis propagandistas, São Domingos estabeleceu os conventos de Prouille, em 1206, e de São Sisto, em Roma e fundou a Ordem Segunda de São Domingos, a Ordem das Monjas Dominicanas, em 1207.

Com a perseguição aos heréticos desencadeada pelo assassinato, em 1208, do legado cisterciense Pedro de Castelnau, São Domingos acompanhou o exército católico, tentando proteger as mulheres e as crianças, conciliando os heréticos vencidos e trabalhando para a restauração da religião e moral cristãs. A vitória da batalha de Muret, em 1213, é atribuída às orações miraculosas de São Domingos. A atribuição da fundação da Inquisição a São Domingos, que é também considerado o primeiro Inquisidor, é de veracidade duvidosa já que esta instituição estava a funcionar em 1198, sete anos antes do apostolado do santo no Languedoque, quando ele era ainda um obscuro cónego.

A fama de santidade e de clérigo culto levaram a que lhe fossem propostos muitos bispados, como foi o caso de Béziers e Navarra, mas o santo recusou todos esses cargos. Não esquecendo o seu objetivo de fundar uma ordem para combater a heresia, São Domingos instituiu o primeiro convento da Ordem dos Pregadores, em Tolosa, em 1215, mas não conseguiu que o Concílio Ecuménico de Roma de 1215 aprovasse a nova ordem, apesar da ordem de trabalhos deste concílio ir de encontro aos objetivos de São Domingos. De volta ao Languedoque, o santo e os seus seguidores adotaram a Regra de Santo Agostinho antes de verem confirmada a ordem por Bula papal de Honório III, em 1216. Pregando em várias igrejas de Roma e perante a corte papal, São Domingos recebe o título de Mestre do Palácio Sagrado, mais conhecido por Teólogo do Papa, cargo este que tem pertencido aos membros desta ordem.

Nos fins de 1218, São Domingos, acompanhado por alguns dominicanos, partiu para Espanha, visitando no caminho Bolonha, Prouille, Tolosa e Fanjeaux. Estabeleceu vários conventos em Espanha e, na sua volta para Roma, em França e depois em Itália. Organizou os dois primeiros Capítulos Gerais em Bolonha, em 1220 e 1221, num dos quais se quis demitir do seu lugar de Mestre, o que não foi aceite pelos restantes membros da comunidade, ficando a dirigir a Ordem até ao fim da sua vida. Durante uma cruzada de pregação pela Lombardia, onde se fazia sentir a ameaça da heresia, São Domingos converteu pelos seus sermões e pelos seus muitos milagres cerca de 100 000 pessoas, instituindo, durante este período a sua Terceira Ordem, ou Milícia de Jesus Cristo. São Domingos morreu em Bolonha, de uma doença fatal que o deixou agonizante durante três semanas
 
 
São Domingos e o Santo Rosário

Domingos de Gusmão, por meio de suas ardorosas pregações, tentou durante longos anos trazer de volta a Igreja todos aqueles que tinham se desviado da verdade do Evangelho. Porém, os eloqüentes sermões de São Domingos não conseguiam penetrar naqueles corações endurecidos e entregues a muitos vícios.
Domingos intensificou suas orações, aumentou suas penitências, porém pouco ou nada adiantaram seus esforços. As conversões eram raras e de efêmera duração. Vários, por pressão do ambiente, voltavam às práticas de seus erros.
Certo dia, São Domingos saiu de seu convento em Toulouse, no sul da França, decidido a obter de Deus as respostas para tantos fracassos. Entrou na floresta e entregou-se a oração e a penitência, disposto a não sair dali sem as devidas respostas.
Era ele muito devoto de Maria Santíssima e suas preces subiram até o trono do Altíssimo pelas mãos virginais da Mãe de Deus. Após três dias e três noites de incessante oração, quando as forças físicas já quase o abandonavam, apareceu-lhe a Virgem Maria, manifestando seu afeto maternal e sua grande predileção.
- Meu querido Domingos – disse-lhe Nossa Senhora com inefável suavidade – sabes de que meio se serviu a Santíssima Trindade para transformar o mundo?
- Senhora – respondeu São Domingos – vós sabeis melhor do que eu, porque depois de Vosso Filho Jesus Cristo, fostes vós o principal instrumento de nossa salvação.
- Eu te digo, então – continuou Maria Santíssima – que o instrumento mais importante foi à saudação angélica, ou a Ave Maria, que é o fundamento do Novo Testamento e portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza e propaga o meu Saltério (Minha Coroa de Rosas) .

São Domingos saiu dali com novo ânimo e imediatamente se dirigiu a Catedral de Toulouse para fazer uma pregação. Assim que Domingos começou a falar, nuvens espessas cobriram o céu e uma terrível tempestade abateu-se sobre a cidade.
São Domingos implorou a misericórdia de Deus e a proteção de Maria Santíssima, e por fim a tempestade acalmou, permitindo-lhe que falasse com toda a alma e todo o coração sobre as maravilhas do Rosário.
Os habitantes de Toulouse arrependeram-se de seus pecados, abandonaram seus erros e começaram a rezar o Rosário. Grande foi a mudança dos costumes na cidade.
Domingos tornou-se o Grande Apóstolo do rosário, e por meio do Rosário, Maria foi a verdadeira vencedora, pois ela reconduziu à fé católica todo aquele povo, salvando a França.
Foi São Domingos que compôs o cordão com as continhas, nas quais se rezavam Pais-Nossos e Ave-Marias, que são as orações evangélicas.
Encontrou-se com Francisco de Assis em Roma, quando ambos foram ao Papa pedir aprovação de suas ordens recém fundadas.
Domingos caminhou incansavelmente por toda a Europa, a pé, pregando a Evangelho, anunciando o Reino e propagando o Rosário.
São Domingos entregou sua Santa Vida ao Senhor no dia 06 de agosto de 1221, com a idade de 51 anos. No ano de 1234 foi canonizado pelo Papa Gragório IX.

Oremos

Ó São Domingos, zeloso pregador do Evangelho, que sempre foste sensível diante das misérias alheias, estende até nós as promessas que fizeste aos que choravam a tua derradeira partida, de ajudar-nos lá dos céus com tuas preces.
Ó Deus, que fizestes resplandecer a Vossa Igreja com a obra da pregação de vosso servo São Domingos, concedeis a todos os homens os bens necessários para viveram dignamente, mas sobretudo, abundância de bens espirituais.

Amém
Paz e Bem!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Evangelho do dia Transfiguração de Jesus

Transfiguração do Senhor – Terça-feira 06/08/13

    
    
subiu à montanha para rezar... (Lc 9, 28)
O relato da “transfiguração” se situa em um contexto de profundidade humana. A luminosidade do rosto de Jesus deixa transparecer algo da sua verdadeira identidade. Transfiguração é pura transparência de Deus no ser humano! 

A Transfiguração de Jesus fala também de nós, pois convida a caminhar em direção ao melhor da nossa humanidade. Ficamos transfigurados sempre que nos doamos! 

O mistério da transfiguração des-vela e nos move a ultrapassar nossas pequenas autoimagens negativas que encobrem a grande luz que nos habita... Meu filho! O amado! O que mais queremos? 

Jesus continua se “transfigurando” na montanha interior de cada um e esse subir ao Tabor implica em descer em direção ao nosso próprio poço e encontrar o lado mais límpido e gratuito que nos habita. Somos imagem e semelhança de Deus! 

Se a nossa vida for doada nos levará espontaneamente a gestos e palavras significativos e inesquecíveis. 

A transfiguração de Jesus no Tabor é um convite à mística no dia-a-dia, à diafania do Deus escondido no meio de nós... 

Primeira Leitura (Dn 7,9-10.13-14)

Leitura da Profecia de Daniel.

9Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como lã pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal e os livros foram abertos.
13Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho do homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

Ou (escolhe-se uma das leituras)

Primeira Leitura (2Pd 1,16-19)

Leitura da Segunda Carta de São Pedro.

Caríssimos, 16não foi seguindo fábulas habilmente inventadas que vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas sim, por termos sido testemunhas oculares da sua majestade. 17Efetivamente, ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando do seio da esplêndida glória se fez ouvir aquela voz que dizia: “Este é o meu Filho bem-amado, no qual ponho o meu bem-querer”. 18Esta voz, nós a ouvimos, vinda do céu, quando estávamos com ele no monte Santo. 19E assim se nos tornou ainda mais firme a palavra da profecia, que fazeis bem em ter diante dos olhos, como lâmpada que brilha em lugar escuro, até clarear o dia e levantar-se a estrela da manhã em vossos corações.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
 
Responsório (Sl 96)

— Deus é Rei, é o Altíssimo, muito acima do universo.
— Deus é Rei, é o Altíssimo, muito acima do universo.

— Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apoia na justiça e no direito.
— As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória.
— Porque vós sois o altíssimo, Senhor, muito acima do universo que criastes, e de muito superais todos os deuses.
 
Evangelho (Lc 9,28b-36)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo São Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 28bJesus levou consigo Pedro, João e Tiago, e subiu à montanha para rezar. 29Enquanto rezava, seu rosto mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante.
30Eis que dois homens estavam conversando com Jesus: eram Moi­sés e Elias. 31Eles apareceram revestidos de glória e conversavam sobre a morte, que Jesus iria sofrer em Jerusalém. 32Pedro e os companheiros estavam com muito sono. Ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele.
33E quando estes homens se iam afastando, Pedro disse a Jesus: “Mestre, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”.
Pedro não sabia o que estava dizendo. 34Ele estava ainda falando, quando apareceu uma nuvem que os cobriu com sua sombra. Os discípulos ficaram com medo ao entrarem dentro da nuvem. 35Da nuvem, porém, saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutai o que ele diz!”
36Enquanto a voz ressoava, Jesus encontrou-se sozinho. Os discípulos ficaram calados e naqueles dias não contaram a ninguém nada do que tinham visto.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
 
Reflexão do Evangelho
 
Hoje Jesus é transfigurado ele leva consigo padro ,Thiago e João para ver jesus ser glorificado .
 
1 – Estivemos na Montanha para escutarmos e reflectirmos com o Sermão da Montanha e nos deixarmos sensibilizar pela Mensagem de Jesus.

       A montanha é um lugar de encontro com Deus, de revelação, de ensino. Moisés sobe à montanha e recebe de Deus os Mandamentos; Jesus sobe à montanha e deixa-nos o essencial da Sua palavra de salvação. Na montanha o ar é mais fresco, mais límpido, apetece encher os pulmões desta frescura. Subamos para nos refrescarmos com a presença de Deus; deixemo-nos inundar da Sua luz, para descermos ao nosso mundo, com a energia, a sabedoria e a graça, para testemunharmos a salvação operada em nós pelo Senhor.
 2 –"Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e levou-os, em particular, a um alto monte e transfigurou-Se diante deles: o seu rosto ficou resplandecente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz".
A Quaresma guiar-nos-á à Páscoa jubilosa. Porquanto é tempo de oração e de caridade, de jejum e de penitência, é tempo de conversão! Estamos na expectativa! Antes da glorificação, atravessámos a dor, o escárnio, a traição, a dúvida, as hesitações. Chegará a hora da agonia e da morte. O próprio Jesus relembra constantemente os momentos difíceis que estão para chegar.
       Os sinais que Jesus dá não são bons para quem espera sucesso e vida facilitada com a Sua presença. Alguns discípulos não resistirão. Quanto maior a adversidade, maior a necessidade de inequívocos sinais de esperança e estes só os encontramos em Deus. Jesus sabe isso. Chama Pedro, Tiago e João e "abre o jogo", fazendo-os subir à montanha, e deixando vislumbrar na Sua luminosidade a Sua identidade divina: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O».
       A revelação é acompanhada com um desafio: escutar Jesus. Escuta que leva à vivência.
       A experiência é tão envolvente que os discípulos querem permanecer na montanha: "Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, outra para Moisés a outra para Elias". Como é bom sentirmos a presença de Deus. Mas temos que "regressar" à terra. Constantemente. A salvação que Deus nos dá, compromete-nos com este mundo. Jesus é peremptório: "Levantai-vos e não temais". Caminhemos!
       3 – Com efeito, Deus não nos quer instalados no nosso canto. Jesus di-lo aos discípulos como Deus o revelara a Abrão: "Deixa a tua terra, a tua família e a casa de teu pai e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti uma grande nação e te abençoarei; engrandecerei o teu nome e serás uma bênção. Abençoarei a quem te abençoar, amaldiçoarei a quem te amaldiçoar; por ti serão abençoadas todas as nações da terra" (Gen 12, 1-9).
       Abrão deixa a Sua terra, a casa de seus pais, irá para uma terra estranha, mudará de nome (Abraão) e de vida. Ele é o arameu errante, peregrino. Torna-se para nós um paradigma. Era mais cómodo e mais tranquilo cruzar os braços e ficar sob o tecto do seu pai biológico. Perante o chamamento de Deus, põe-se em movimento, segue a Sua voz, para realizar a Sua vontade. Deus estará com ele. Deus está connosco na nossa peregrinação terrena, desafiando-nos a novos caminhos, sem medo!
       4 – A certeza da salvação é um motivo de sobra no nosso compromisso com a salvação do mundo inteiro. O conforto que esta esperança nos traz, alegra-nos como aos discípulos no alto da montanha, mas como a eles também a nós Jesus nos faz descer até ao nosso semelhante, para que todos O conheçam e tenham n'Ele a vida eterna.
Jesus quiz revelar este mistério da slavação se mostrando como um ser Deus encarnado que fez Pedro dizer É BOM ESTARMOS AQUI SENHOR ele não sabia o que estava dizendo vendo o filho do Deus ser glorificado .Na montanha Jesus se revela como um messias e salvador a Transfiguração significa luz e salvação para aqueles que o procuram.
Thaigo pereira

domingo, 4 de agosto de 2013

Evangelho do dia dia do padre

15 junho 2012 -- Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero 2012Domingo  Dia do Padre.
Dia de são João Maria vianey
Patrono dos padres

Queridos estamos hoje celebrando o dia do sacerdote dia do padre senhor fortace a todos os padres. Ser Padre não é obrigação é vocação chamado de Deus no evangelho Jesus diz :Deixará pai mãe ,familia e se unirá a sua esposa a esposa do padre é a igreja servindo a igreja de Jesus cristo é o maior desejo dele. Jesus chama os seus e nos respondemos aqui estou para servir a tua vontade senhor faça-me o que tu queres.
Jesus vai dizer :Quero que tu me sigas e seja o meu sacerdote,capaz de levar o meu evangelho a todo o mundo .
'' Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda criatura.(Mc 16, 15).
Vão e anunci o meu evangelho der testemunho da minha palavra tudo que eu falei ,fale der testemunho daquilo que vocês virão e ouvirão,os discipulos logo forão com alegria .
Entrai em casa e anunciai oevangelho.Deseje a paz a familia se for digina desça também a vossa paz.Neste Domingo abri o dia das vocações tanto sacerdotais ,tanto religioso e familiar,Deus os chama e os capacita a servos servos e missionários da fé. Assim como foi são João Maria apaixonado pela sua vocação teve o chamado de Deus e ele foi ao caminho todos são chamados a trilhar este caminho de santidade. 

             O RAÇÃO PELOS PADRES

Ó Deus que constituíste a teu único filho supremo e Eterno sacerdote para a glória de Tua majestade e salvação da humanidade, concede que aqueles que Ele escolheu como ministros e servidores de Seus ministérios sejam constantes em cumprir o ministério que receberam. Por Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém.
 
 
Senhor Jesus, presente no Santíssimo Sacramento do Altar, que vos quisestes perpetuar entre nós por meio de vossos sacerdotes, fazei com que suas palavras sejam somente as vossas, que seus gestos sejam os vossos, que sua vida seja o fiel reflexo da vossa.
Que eles sejam os homens que falem a Deus dos homens e falem aos homens de Deus.
Que não tenham medo de servir, servindo a Igreja como ela quer ser servida.
Que sejam homens, testemunhas do eterno nosso tempo, caminhando pelas estradas da história com vosso mesmo passo e fazendo o bem a todos.
Que sejam fiéis aos seus compromissos, zelosos de sua vocação e de sua entrega, claros reflexos da própria identidade, e que vivam com alegria o dom recebido.
Tudo isso vos peço pela intercessão de vossa Mãe Santíssima: ela que esteve presente em vossa vida, esteja sempre presente na vida dos vossos sacerdotes.

Amém

São João Maria vianey rogai pelos padres.
Missa do 18 Domingo do Tempo comum

Dia de São joão Maria vianey

Primeira Leitura (Ecl 1,2; 2,21-23)

Leitura do Livro do Eclesiastes:

2“Vaidade das vaidades, diz o Eclesiastes, vaidade das vaidades! Tudo é vaidade”. 2,21Por exemplo: um homem que trabalhou com inteligência, competência e sucesso, vê-se obrigado a deixar tudo em herança a outro que em nada colaborou. Também isso é vaidade e grande desgraça.
22De fato, que resta ao homem de todos os trabalhos e preocupações que o desgastam debaixo do sol? 23Toda a sua vida é sofrimento, sua ocupação, um tormento. Nem mesmo de noite repousa o seu coração. Também isso é vaidade.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
 
Responsório (Sl 89)

— Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para nós.
— Vós fostes, ó Senhor, um refúgio para nós!

— Vós fazeis voltar ao pó todo mortal,/ quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!”/ Pois mil anos para vós são como ontem,/ qual vigília de uma noite que passou.
— Eles passam como o sono da manhã,/ são iguais à erva verde pelos campos:/ de manhã ela floresce vicejante,/ mas à tarde é cortada e logo seca.
— Ensinai-nos a contar os nossos dias,/ e dai ao nosso coração sabedoria!/ Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis?/ Tende piedade e compaixão de vossos servos!
— Saciai-nos de manhã com vosso amor,/ e exultaremos de alegria todo o dia!/ Que a bondade do Senhor e nosso Deus/ repouse sobre nós e nos conduza!/ Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho.



Segunda Leitura (Cl 3,1-5.9-11)

Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses:

Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; 2aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus.
4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.
5Portanto, fazei morrer o que em vós pertence à terra: imoralidade, impureza, paixão, maus desejos e a cobiça, que é idolatria.
9Não mintais uns aos outros. Já vos despojastes do homem velho e da sua maneira de agir 10e vos revestistes do homem novo, que se renova segundo a imagem do seu Criador, em ordem ao conhecimento.
11Aí não se faz distinção entre judeu e grego, circunciso e incircunciso, inculto, selvagem, escravo e livre, mas Cristo é tudo em todos.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Evangelho (Lc 12,13-21)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13alguém, do meio da multidão, disse a Jesus: “Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo”.
14Jesus respondeu: “Homem, quem me encarregou de julgar ou de dividir vossos bens?”
15E disse-lhes: “Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens”.
16E contou-lhes uma parábola: “A terra de um homem rico deu uma grande colheita. 17Ele pensava consigo mesmo: ‘O que vou fazer? Não tenho onde guardar minha colheita’.
18Então resolveu: ‘Já sei o que fazer! Vou derrubar meus celeiros e construir maiores; neles vou guardar todo o meu trigo, junto com os meus bens. 19Então poderei dizer a mim mesmo: Meu caro, tu tens uma boa reserva para muitos anos. Descansa, come, bebe, aproveita!’
20Mas Deus lhe disse: ‘Louco! Ainda esta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?’
21Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é rico diante de Deus”.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, senhor
 
Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens”.
 
Vamos refletir um pouco sobre o que causa a pessoa guardar tantos bens querer um pouco não é problema mas ter muito sem partilhar só serer ,ter, possuir ,mais é um perigo para a alma cuidado ao possuir com as vaidades das vaidades não seja um louco ganancioso não queira guardar bens materiais. A primeira leitura desse 18º Domingo do Tempo Comum, serve como referencial para nós, até para podermos entender realmente aquilo que Jesus veio nos ensinar.
Nós passamos praticamente a vida inteira correndo atrás de vaidades. Eu digo a você que vaidade é aquilo que vai, não é aquilo que permanece. Nós nos preocupamos muito com o superficial, nos preocupamos demais com as aparências, em adquirir bens, em ganhar isso e aquilo… E não temos o cuidado devido com a alma, com o espírito.
Não cuidamos devidamente em aplicar na nossa vida os princípios divinos, os princípios do Evangelho.
E por que andamos na vida tantas vezes preocupados, ansiosos, nervosos, ou achamos que a nossa vida muitas vezes perde o sentido? É porque vaidade não preenche. Vaidade é só ilusão, fantasia, máscara!
E você sabe: depois que passa o baile, depois que passa o uso dessas fantasias todas, nós caímos em si e percebemos que nada disso nos preencheu.
Que bom que muitos podem perceber isso ao longo da vida. Alguns só conseguem perceber no final dela. E outros nem têm tempo de perceber que passou a vida perdendo a vida, jogando a vida fora, vivendo a vida como se ela fosse uma coisa muito curta, passageira, e não dando sentido a ela. Por isso, São Paulo nos diz na segunda leitura: “Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres” (Cl 3,1-2).
Sabe, a gente gasta a vida toda preocupado em acumular isso e aquilo, procurando acumular fortunas, deixar tantas coisas… E nada disso permanece. Se você quer deixar um bem incomensurável, que jamais a terra poderá roubar de você, nem quando você partir dessa vida para o encontro definitivo com a eternidade, deixe valores. Deixe realmente uma vivência de vida que seja exemplar. O resto? Tudo perece, tudo passa. O que permanece é aquilo que fizemos de bem para os outros.
 

São João Maria Vianney


Com admiração, alegramo-nos com a santidade de vida do patrono de todos os vigários, conhecido por Cura D’Ars. São João Maria Vianney nasceu em Dardilly, no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.
Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.
Ele era um cristão íntimo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).
João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação. Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão).
Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.
São João Maria Vianney, rogai por nós!
 
 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Evangelho do dia .

Santo Eusébio — Sexta-feira 02/08/13


  1 PRIMEIRA SEXTA FEIRA DO MÊS

Primeira Leitura (Lv 23,1.4-11.15-16.27.34b-37)

Leitura do Livro do Levítico.

1O Senhor falou a Moisés, dizendo: 4“São estas as solenidades do Senhor em que convocareis santas assembleias no devido tempo: 5No dia catorze do primeiro mês, ao entardecer, é a Páscoa do Senhor. 6No dia quinze do mesmo mês é a festa dos Ázimos, em honra do Senhor. Durante sete dias comereis pães ázimos. 7No primeiro dia tereis uma santa assembleia, não fareis nenhum trabalho servil; 8oferecereis ao Senhor sacrifícios pelo fogo durante sete dias. No sétimo dia haverá uma santa assembleia e não fareis também nenhum trabalho servil”.
9O Senhor falou a Moisés, dizendo: 10“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando tiverdes entrado na terra que vos darei, e tiverdes feito a colheita, levareis ao sacerdote um feixe de espigas como primeiros frutos da vossa colheita. 11O sacerdote elevará este feixe de espigas diante do Senhor, para que ele vos seja favorável: e fará isto no dia seguinte ao sábado.
15A partir do dia seguinte ao sábado, desde o dia em que tiverdes trazido o feixe de espigas para ser apresentado, contareis sete semanas completas. 16Contareis cinquenta dias até ao dia seguinte ao sétimo sábado, e apresentareis ao Senhor uma nova oferta.
27O décimo dia do sétimo mês é o dia da Expiação. Nele tereis uma santa assembleia, jejuareis e oferecereis ao Senhor um sacrifício pelo fogo.
34bNo dia quinze deste sétimo mês, começa a festa das Tendas, que dura sete dias, em honra do Senhor. 35No primeiro dia haverá uma santa assembleia e não fareis nenhum trabalho servil. 36Durante sete dias oferecereis ao Senhor sacrifícios pelo fogo. No oitavo dia tereis uma santa assembleia, e oferecereis ao Senhor um sacrifício pelo fogo. É dia de reunião festiva: não fareis nenhum trabalho servil.
37Estas são as solenidades do Senhor, nas quais convocareis santas assembleias para oferecer ao Senhor sacrifícios pelo fogo, holo­caus­tos e oblações, vítimas e libações, cada qual no dia prescrito.


- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
 
Responsório (Sl 80)

— Exultai no Senhor, nossa força.
— Exultai no Senhor, nossa força.

— Cantai salmos, tocai tamborim, harpa e lira suaves tocai! Na lua nova tocai a trombeta, na lua cheia, na festa solene!
— Porque isto é costume em Jacó, um preceito do Deus de Israel; uma lei que foi dada a José, quando o povo saiu do Egito.
— Em teu meio não exista um deus estranho nem adores a um deus desconhecido! Porque eu sou o teu Deus e teu Senhor, que da terra do Egito te arranquei.


Evangelho (Mt 13,54-58)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.
 

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Reflexão
Quem tem fé sabe submeter-se a Deus. Sabe também do que Ele é capaz
Muitos ficavam admirados com a sabedoria de Jesus e com Seus milagres, mas, ao mesmo tempo, outros ficavam incrédulos, diminuíam-No e até O desprezavam, porque diziam: “Veja bem, ele não é um carpinteiro? Seus parentes não estão em nosso meio? De onde vem, então, toda essa sabedoria?”. Eles não reconheciam de onde vinha a verdadeira sabedoria do Senhor. Por isso, Jesus foi desprezado e Sua ação não foi recebida. Então, entre os parentes e conhecidos de Cristo, Ele não pôde realizar muitos milagres. A graça de Deus não atuou naquele lugar por causa da incredulidade.
Nós até podemos conhecer a grandeza do amor de Deus e dizer: “Oh, que maravilha! Deus faz!”… e assim por diante. Mas, quando somos incrédulos, ou seja, acreditamos que tudo pode ser humanamente resolvido, e não temos confiança na ação e no poder do Senhor, nós não experimentamos a Sua graça em nosso meio.
Claro que nós não podemos ter uma fé ingênua,  a qual não é autêntica no Senhor, mas manifestada de uma forma muito fanática, exagerada. Não! É preciso ter a fé que vem da confiança, da certeza de nunca duvidar daquilo de que Deus é capaz, do que Ele pode realizar no meio de nós.
Quem tem fé é submisso a Deus. Sabe colocar-se debaixo das Suas mãos, do Seu cuidado e proteção, sabe também do que Ele é capaz.
Quem tem fé não duvida do Senhor e também não O coloca à prova, exigindo que Ele faça isso ou aquilo para satisfazer as próprias necessidades. Quem tem fé é como uma criança que se coloca nos braços de seu pai e sabe que este tudo pode por ela.
Senhor, eu creio, mas aumentai a minha fé!
 
Thiago pereira

Santo Eusébio de Vercelli

Hoje nós lembramos o testemunho de santidade de Eusébio, que nasceu no começo do século IV, na Sardenha e não tinha este nome, até ir para Roma em procura de lucro com a Política e o Direito. Encontrado por Jesus, converteu-se e recebeu as águas do Batismo e o novo nome de Eusébio, pois foi batizado pelo Papa Eusébio.
De simples leitor da Igreja de Roma, Eusébio foi ordenado sacerdote e depois em 345, Bispo em Vercelli, onde exerceu seu ministério com zelo, muito amor às almas e à Verdade. Dentre tantas inspirações para a Diocese, Eusébio vivia comunitariamente com seus sacerdotes, e desta comunhão conseguiu forças para vencer os bons combates do dia-a-dia.
Santo Eusébio de Vercelli por opor-se ao Arianismo que buscava erroneamente negar a divindade de Cristo, foi exilado com outros santos Bispos pelo imperador Constâncio. Despachado com algemas para a Palestina, Eusébio sofreu torturas e sobreviveu por seis anos fechado numa prisão. Quando liberto aproveitou para visitar as Igrejas do Oriente. Ao voltar foi acolhido como vencedor pelos irmãos no Episcopado, Clero e todo o povo, e até entrar no Céu em 370, venceu o Arianismo com Santo Hilário e unificou as Igrejas.
Santo Eusébio de Vercelli, rogai por nós!

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

evangelho do dia

Santo Afonso M. de Ligório — Quinta-feira 01/08/13


 


Primeira Leitura (Êx 40,16-21.34-38)

Leitura do Livro do Êxodo.

Naqueles dias, 16Moisés fez tudo o que o Senhor lhe havia ordenado. 17No primeiro mês do segundo ano, no primeiro dia do mês, o santuário foi levantado. 18Moisés levantou o santuário, colocou as bases e as tábuas, assentou as vigas e ergueu as colunas. 19Estendeu a tenda sobre o santuário, pondo em cima a cobertura da tenda, como o Senhor lhe havia mandado. 20Depois, tomando o documento da aliança, depositou-o dentro da arca e colocou sobre ela o propiciatório. 21E, introduzindo a arca no santuário, pendurou diante dela o véu de proteção, como o Senhor tinha prescrito a Moisés. 34Então a nuvem cobriu a Tenda da Reunião e a glória do Senhor encheu o santuário. 35Moisés não podia entrar na Tenda da Reunião, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor tomava todo o santuário. 36Em todas as etapas da viagem, sempre que a nuvem se elevava de cima do santuário, os filhos de Israel punham-se a caminho; 37e nunca partiam antes que a nuvem se levantasse. 38Pois, de dia, a nuvem do Senhor repousava sobre o santuário, e de noite aparecia sobre ela um fogo, que todos os filhos de Israel viam, em todas as suas etapas.



- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
 
Responsório (Sl 83)

— Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!
— Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!

— Minha alma desfalece de saudades e anseia pelos átrios do Senhor! Meu coração e minha carne rejubilam e exultam de alegria no Deus vivo!
— Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, e a andorinha ali prepara o seu ninho, para nele seus filhotes colocar; vossos altares, ó Senhor Deus do universo! Vossos altares, ó meu Rei e meu Senhor!
— Felizes os que habitam em vossa casa; para sempre haverão de vos louvar! Felizes os que em vós têm sua força, caminharão com um ardor sempre crescente.
— Na verdade, um só dia em vosso templo vale mais do que milhares fora dele! Prefiro estar no limiar de vossa casa, a hospedar-me na mansão dos pecadores!
 
 
Evangelho (Mt 13,47-53)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 47“O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí, haverá choro e ranger de dentes. 51Com­preendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”. 52Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”. 53Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.